23/11/07

Papel dos pais no desporto

Volto a publicar este artigo pois é um bom exercício de reflexão para todos os pais de atletas. (clique no link acima)

3 comentários:

Filipa Santiago disse...

Gostei bastante do artigo! Era bom que muitos pais visitássem este blog e o lessem! Eu, como mãe, tenho "treinado" bastante para tentar atingir o equilibrio...mas tenho consciência de que ainda me falta um bocado...vou continuar a tentar... A maioria dos pais da Simecq bem precisavam de "treinar" todos os aspectos ficados no artigo!

Orlando Silva disse...

Também gostei do artigo, em geral. Concordo que a pressão em excesso e o receio de avaliações negativas gerem muita ansiedade. E que a motivação deverá ser o pensar quão satisfeitos todos estarão em caso de vitória! Partilhar a satisfação das vitórias (pais, jogadores, treinadores, claque), pensar como estaremos satisfeitos nessa altura e quando chega a hora vibrar, para nova energia! Por outro lado, muita da motivação e gosto tem de vir de dentro de cada criança/jogador. E não pensar que aquela semana é tudo para um projecto de vida, porque então no desporto feminino (do mini ao senior) em Portugal há muito por fazer! Concordo também que uma pessoa (neste caso criança) sentir-se e ver-se acompanhada, dá um apoio enorme, porque a maior tentação quando se tem de fazer esforço físico, dedicar tempo (e conciliar com os estudos) e passar dificuldades, dizia que a maior tentação... é desistir. Daí o apoio (nem que seja de um dos pais ou outro familiar) é essencial. Dá envolvência, compreensão e amparo.
Também é interessante ver, como pai, que no Desporto os treinadores (penso que todos) falam, gritam, dar ordens, catalisam emoções, e exige-se um auto-controlo dos jovens, não discutir com treinador, não responder ao público, não responder à decisão do árbitro. Nos treinos e nos jogos, vejo coisas que como pai não seria capaz de fazer: gritam, gritam, gritam com os miúdos, chamam à parte, cochicham, mandam sentar, desde os minis que vejo isso, é um sistema instituído a nível geral no basquetebol, de disciplina e liberdade/impunidade dos treinadores! Mas o mais interessante é que fazem isso mas não significa que estejam a castigar, a fazer mal, a prejudicar. Não são gritos de maldade, mas também não são calculados (ou planeados). Mas gera um retorno de respeito, admiração. Isso quase que evangeliza o grupo. Não é um professor, não é um pai, é um treinador da parte técnica e do espírito vencedor, de dar o melhor de si, de atingir os objectivos, de compromisso com o resultado. Por isso, há diferenças com a casa, com a família, com a escola e até com as empresas. Por isso, apesar de detestar gritos na escola, no trabalho ou em casa, no Desporto penso que nunca interferi no trabalho de um treinador dos vários que conheci como pai! Porque é preciso confiar, ir aparecendo, compreender o que se está a passar, acompanhar. É outro mundo o basquetebol? Talvez!

Loira disse...

Os meus pais sao um espectaculo! (tinha mesmo de dizer isto)

Gostei mt de ler o artigo, é importante k o leiam, tanto pais, como treinadores e atletas!
No meu caso, sempre tive o apoio dos meus pais, em tudo, desde a escola, akeles "problemas" com os amigos e assim, e claro no basket tmb!
Sempre o achei importante, sentir k me apoiam em tudo, sentir-me amparada, sentir o orgulho k tem por mim, ouvir as criticas, sempre construtivas, mostrarem o seu apoio e orgulho, tanto nos momentos bons como nos maus!
Se erram?Errar e humano, e nao e por demontrarem td o seu apoio k os hei-de acusar!

Gostava k tds sentissem o k eu sinto, e continuo a dizer k acho q e bastante importante!
Ter sempre um apoio de alguem, mais velho, k n lhes aponte o dedo, mas k esteja sempre presente e k lhes demonstre k se orgulha deles!

Deixo aki o meu agradecimento as pessoas maravilhosas k me apoiam em tudo!